terça-feira, 31 de dezembro de 2013

FELIZ 2014

Que o Ano que se inicia seja repleto de felicidades paz e amor
para todo o universo

sábado, 13 de abril de 2013

BEN HUR UMA HISTÓRIA DOS TEMPOS DE CRISTO.

Filme épico de 18 de novembro de 1958 estrelando Charlton Heston Stephen Boid, Jak Hawkins, narra a saga de Ben Hur príncipe judeu que devido um acidente envolvendo o novo governador da Judeia, acaba preso por seu amigo de infância Messala que tornou-se tribuno romano e comandante da guarnição da Judeia. Tornou-se escravo e mandado a trabalhar nas gales. Contudo após alguns anos foi libertado por Quintus Harrius consul romano que foi salvo por ele e o adota como filho. Após sua libertação Ben Hur começa uma busca incessante para encontrar sua mãe e sua irmã e acaba encontrando-as no vale dos leprosos.


                                    Charlton Hestom como Ben-Hur

                                    Stephen Boid como Messala

                     Sthephen Boid contracenando com Charlton Heston

                               Ben Hur no momento de sua prisão.

Ben Hur no remo da gale observado por Quintus Harrius (Jak Hawkins) Consul   Romano que o libertou.

Quintus Harrious e Ben Hur logo após o mesmo tê-lo salvo.

Corrida de quadrigas quando Ben Hur disputa com Messala o primeiro lugar.

Ben Hur recebendo a coroa de louros das mãos de Poncius Pilatos (Frank Thring) por ter sido o vencedor da corrida.






domingo, 23 de dezembro de 2012

quinta-feira, 26 de julho de 2012

A ERA DE OURO DO RÁDIO.

A Rádio Nacional do Rio de Janeiro foi fundada em 12/set/1936 pelo Presidente da República Getúlio Vargas. A primeira transmissão foi as 21:00 na voz do locutor Celso Guimarães, sua sede era nos últimos andares do Edifício de A NOITE localizado na Praça Mauá. A Rádio Nacional foi um ícone na radiofusão brasileira com  programações de interesse público.Podemos citar Noticiários, programas variados incluindo os de auditório como Cezar de Alencar levado ao ar aos sábados a tarde e Paulo Gracindo aos domingos de manhã. Rádio Novelas como O Direito de Nascer que ficou no ar por três longos anos. Humorísticos como Edifício Balança Mais Não Cai, Tancredo e Trancado entre outros.  Seriados como Jerônimo O Herói do Sertão, O Cavaleiro Da Noite e O Anjo. Esportivos  como No Mundo da Bola e noticiário  de cinema Cinelândia Matinal.




                          Edifício de a Noite sede da Rádio Nacional


O Locutor Heron Domingues apresentando o Noticiário Repórter Esso abrindo com a frase Repórter Esso testemunha Ocular da História.


O apresentador César de Alencar e abaixo o auditório lotado no programa Paulo Gracindo.



Cast de rádio teatro, e abaixo família ao pé do rádio ouvindo novela.

Paulo Gracindo contracenando com Brandão Filho no quadro O PRIMO POBRE E O PRIMO RICO no Humorístico Balança Mas Não Cai.


Jerônimo O Herói do Sertão interpretado por Milton Rangel e Moleque Saci interpretado por Cauê Filho.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

VELHOS CINEMAS DE RUA.


Cinemas de rua, raros hoje em dia, com filas aguardando na bilheteria para comprar ingressos para assistir as grandes produções da Metro, Paramont  20Th Centuri Fox  tantas outras.Alguém se lembra da abertura dos filmes da Condor, quando a plateia ficava fazendo XOU XOU até a ave levantar voo? Público aguardando ansioso a abertura das cortinas para o início da seção. Cinemas com bilheteiros e lanterninhas com impecáveis uniformes com barretina (especie de gorro), e luvas brancas. Cinemas com bombonier em seus luxuosos saguões. E quando era avant-premiére? Os funcionários vestiam uniformes de gala parecendo porteiros de hotéis de luxo. Uso de tapete vermelho desde o meio fio da calçada até a entrada para receber as celebridades, mas também existiam os cineminhas de bairro com entradas bem mais baratas que eram conhecidos como poeirinhas, mas essa história já se encerrou.





 A foto abaixo é do  luxuoso interior do cinema São Luiz. as luzes na época iam se apagando aos poucos de trás para a frente até ficar só um tenue luz indireta que apagava-se ao iniciar o filme.


Cinema Copacabana década de 50 note-se a fila já mencionada para assistir a uma grande produção de Chaplin (vulgo Carlitos) que foi na ocasião recorde de bilheteria.




O Azteca em Laranjeiras  guardado por suas bocas outro exemplo de luxo e conforto.

                                      Interior do Cinema Odeon


 Cineac Trianon centro do Rio de Janeiro apresentava variedades en sus seções passa  tempo


O não menos famoso Metro Passeio um dos cines de proriedade da prória MGM o ultimo dos três  que existiam no Rio a mudar de dono passou a ser Metro Boa Vista e agora não é mais nada está abandonado.


Cinema em Vaz Lobo com o mesmo nome do bairro. 


Agora o Cine marrocos que apesar de estar na Rua pedro I no centro do Rio era um poeirinha pode-se notar ao seu lado a marquise do cine Pedro I.



Para encerrar o Cinema Ideal na rua da Carioca este cinema tinha a peculiaridade de nas notes de calor carioca abrir o teto através de um mecanismo e assistia-se aos filmes sob a luz das estrelas. foi consumido pelas chamas.






            









domingo, 20 de maio de 2012

PRACINHAS DE OUTRORA..

A MESMA PRAÇA  O MESMO BANCO O MESMO JARDIM. As velhas praças da nossa infância onde brincávamos tranquilos sob o olhar vigilante do Guarda Civil da época em que o rio de Janeiro era DF. A praça dos pipoqueiros, sorveteiros com usinas de algodão doce, dos velhos realejos com periquitos tirando a sorte e das baianas vendendo doces típicos. A praça dos coretos com retretas que tocavam vários tipos de melodias, dos namorados passeando de mãos dadas ou dançando a sua volta. Hoje a maioria estão desertas, e a menos que no interior se conserve algo desta linda tradição, ficaram apenas na lembrança de nossa infância e juventude. Quem viveu aquela época maravilhosa há de sentir saudades   apenas o que restou SAUDADES....



                              




Carrinho de Pipoca

                                     Carrinho de Sorvete da Kibom

                              Usina de algodão doce. Eram feitos na hora.

                  O  realejo, com seu periquitinho tirando a sorte de um ouvinte.


A baiana com seu famosíssimo tabuleiro na época e seus deliciosos doces típicos.


Uma retreta se apresentando na pracinha para o encanto dos frequentadores.











                                          

                                                 

                                






segunda-feira, 30 de abril de 2012

VAMOS DAR UMA VOLTINHA ?





  1.                                          


 MODELO STANDARD 1958

MODELO LUXO 1958



A lambreta foi fabricada na Itália após a guerra foi apos a guerra foi lançada no Brasil em 1958 nos modelos Luxo e Standard na época era o veiculo preferido dos jovens, bonito e de baixo consumo.